Um estúdio de leitura,
antes de ser de dados.
Começamos em 2018 com a tese de que a maioria das empresas brasileiras já tem dado suficiente — falta editor para esses dados. Sete anos depois, ainda achamos a mesma coisa, e cada projeto nos convence um pouco mais.
Não somos uma agência de dados.
Somos um estúdio que pensa por escrito.
Como pensamos
o ofício.
Dado sem leitura é só ruído arquivado.
Todo projeto que entregamos termina com um documento de leitura — não com um painel. O painel é a ferramenta; a leitura é o produto.
Toda métrica vem com a margem ao lado.
Se um número não pode ser defendido em reunião de diretoria, ele não entra no painel. Documentamos a fonte, o intervalo e a data de última checagem.
Cadência editorial, não tempo real.
Quase ninguém precisa de tempo real. Quase todo mundo precisa de cadência confiável. Definimos o ritmo de leitura junto com o cliente.
Operação fala uma língua. Diretoria fala outra.
Construímos camadas distintas de leitura para cada interlocutor. Mesmo dado, vocabulário diferente. Eficiência sem perder rigor.
Painel curto é painel respeitado.
Painel longo é arquivo morto. Trabalhamos para que cada tela tenha de cinco a sete indicadores — o restante mora no relatório do mês.
Entregamos para deixar de ser necessários.
O fim de um bom projeto é o time interno do cliente conseguir manter o que entregamos sem a nossa presença. Tudo é documentado para esse momento.
Tem gente que vende dado como se fosse remédio: tome três cápsulas e seu negócio vira outro. Não acreditamos nisso. Dado é leitura — e leitura demora. A pressa que prometemos é a da clareza, não a do atalho.
Sete anos
em sete linhas.
Fundação em três salas alugadas.
Helena Vaz e Tiago Branco montam o estúdio na Vila Buarque, com três clientes herdados de consultoria anterior — duas editoras e uma cooperativa.
A entrada do time de engenharia.
A pandemia obriga clientes a centralizar dados que estavam em planilhas de gerentes regionais. Contratamos os três primeiros engenheiros analíticos do estúdio.
Mudança para o Jardim Paulista.
Saímos da Vila Buarque para a Oscar Freire em janeiro, com sete colaboradores fixos e uma carteira de doze contas recorrentes.
Primeiro projeto fora de São Paulo.
Cooperativa Cataí, em Pelotas (RS), nos chama para refazer a leitura de quatro safras consecutivas. O método de painel editorial nasce neste projeto.
Lançamento da escrita pública.
Começamos a publicar a série Caderno Cromático com estudos de leitura editorial aplicada — três edições no primeiro ano, distribuídas por assinatura.
Vélox Logística e a virada operacional.
O projeto que reduziu 27% do tempo de ciclo da Vélox vira referência interna do estúdio sobre como entregar painel curto em operação pesada.
Carteira fechada em dezessete contas.
Decidimos não passar de dezessete clientes ativos simultâneos. É o limite que conseguimos atender mantendo o método de leitura editorial.
Sete pessoas
fazem o estúdio.
Helena Vaz
Economista pela USP, doze anos em consultoria estratégica antes do estúdio. Conduz a leitura editorial de cada projeto.
Tiago Branco
Engenheiro de software com mestrado em estatística pelo IMPA. Responde por arquitetura de dados e revisão técnica do estúdio.
Mariana Salgado
Estatística pela UFMG. Conduz a frente de modelagem preditiva: inadimplência, churn, demanda e atribuição.
Renan Costa
Ex-Nubank, três anos em times de plataforma de dados. Cuida da camada dbt em projetos com mais de uma fonte.
Lia Brandão
Designer pela ESPM, especialização em jornalismo de dados. Desenha todas as telas que saem do estúdio.
João Furtado
Sete anos em pipelines de produção, três deles em fintech. Responde pela integração de fontes legadas e migrações.
Carolina Aragão
Cientista política com doutorado em métodos quantitativos pela Fiocruz. Coordena as frentes de pesquisa aplicada do estúdio.
Vale combinar uma leitura
antes de combinar um projeto.
conj. 81 — Jardim Paulista
São Paulo, SP — 01426-001
+55 11 4002-8922
Inscrição municipal
SP 4.512.991-2